Saiba mais sobre as pragas e doenças

Saiba mais sobre doenças, danos e prejuízos causados pelas pragas urbanas, nesta página você terá informações sobre cada praga cadastrada em nosso site:

NOME CIENTÍFICO: PERIPLANETA AMERICANA
NOME COMUM:             BARATAS DE ESGOTO
SÃO CAUSADORAS DE DOENÇAS TIPO; diarreia, alergia, tifo hepatite, hanseníase.

As baratas de esgoto são insetos de hábito noturno, durante o dia escondem-se em móveis, frestas de muros, em baixo de pedras e principalmente nas redes de esgoto.

NOME COMUM:  ÁCAROS
SÃO OS CAUSADORES DAS DOENÇAS; ASMA, RINITE E DERMATITE ATÓPICA

Ácaros-Esses micro-organismos estão presentes, principalmente, em colchões, almofadas, cobertores e tapetes e outros.

Onde são encontradas: As estatísticas demonstram que a maioria dos acidentes ocorre dentro de casa, nos quintais, jardins (quando se removem utensílios) e, principalmente, em casas campestres e de veraneio. Escondidas dentro dos sapatos, costumam picar os dedos dos pés da vítima.Tornam-se mais ativas nos meses de acasalamento (março/abril) quando podem ser encontradas inclusive dentro de casa, escondendo-se em sapatos, atrás de cortinas, no meio da roupa.

As armadeiras não constroem teias. São crespusculares e noturnas, alojando-se em locais escuros, buracos na terra ou sob a vegetação , entre folhagens de arbustos, sob troncos de árvores, no interior escuro das bainhas das folhas de coqueiros ou palmeiras derrubadas ao chão ou dentro das bainhas das bananeiras, inclusive entre os cachos de frutas. Sintomatologia: Dor local e generalizada pelo membro atingido; * Pulso rápido, febre e sudorese, principalmente na nuca; * problemas respiratórios, vômitos, vertigens e dificuldades de acomodação visual; * morte por asfixia, principalmente em crianças.

NOME CIENTÍFICO: PHONEUTRIA SPP
NOME CCOMUM:            ARANHA ARMADEIRA
OBS: A PICADA DE ALGUMAS ESPÉCIES DE ARANHAS PODEM LEVAR ATÉ A MORTE SE NÃO FOR MEDICADA A PESSOA ATACADA

Agressivas e valentes; espinhos negros implantados no corpo; coloração cinza com 2 a 3 cm de comprimento; fórmula ocular: 2 olhos na 1ª fila, 4 olhos na 2ª fila e 2 olhos na 3ª fila, implantados na cabeça. O corpo é coberto por pêlos curtos, aderentes, amrrons acizentados, o segmento basal da quelícera tem pêlos vermelhos. No dorso do abdômen há pares de manchas claras formando uma faixa longitudinal e desta seguem filas laterias oblíquas de manchas menores. O ventre da fêmea é negro e do macho alaranjado, apresentando o macho um colorido geral mais claro, amarelado. As pernas apresentam espinhos negros implantados em manchas claras. Ação do veneno (peçonha): Neurotóxica. São responsáveis pelo maior número de acidentes de aranhas. O veneno desta aranha costuma agir mais rapidamente do que a da maioria das serpentes. Há registro de mortes de crianças, seis a doze horas após o cidente, bem como de alguns adultos. Composição do veneno: a composição do veneno foi estudada por Schenberg e Pereira Lima (1966) que registram polipeptídes básicos de peso molecular aproximado de 5 a 6.000 D. O ataque: Todas as espécies são causadoras de acidentes pois ao se sentirem ameaçadas procuram picar. Assumem uma atitude típica, apoiando-se nos dois pares de pernas traseiras, erguendo os dois dianteiros e os papos, abrindo os ferrões, eriçando os espinhos. Acompanham o movimento do agressor procurando a defesa no ataque. São muito rápidas.

O quadro clínico cutâneo caracteriza-se por edema, eritema, dor local emelhante a queimadura. Quando há comprometimento cutâneovisceral, observamos febre, mal-estar generalizado, icterícia, equimose, vesículas, bolhas, necrose e ulceração. A urina torna-se escura, cor de "coca-cola". Pode evoluir para oligúria, anúria e insuficiência renal aguda, semelhante ao que ocorre no acidente crotálico.

NOME CIENTÍFICO: LOXOSCELES
NOME COMUM:                          ARANHA MARRON

É a menor aranha entre as mais perigosas (Corpo 7-12 mm). Por causa dos hábitos noturnos e seu tamanho, passam desapercebidas pelo homem e podem então proliferar-se extraordinariamente. Os machos têm corpo menor e pernas relativamente mais longas. O cefalotórax é baixo, isto é, não ultrapassa, em altura, o abdômen, os olhos são seis, reunidos em três pares de quelíceras são soldadas na base. Todas apresentam um colorido uniforme que varia do marron claro até o escuro, podendo apresentar no cefalotórax um desenho amarelo em forma de estrela. As fêmeas alcançam a maturidade sexual em média aos 328,5 dias e os machos em 454,7 dias. Uma fêmea pode produzir até 15 ootecas que contêm de 22 a 138 ovos. A duração de vida é de 1536 dias para as fêmeas e 696 para os machos que acasalaram. Não são aranhas agressivas e a maioria dos acidentes (cerca de 80%) ocorrem dentro de casa. Elas picam quando são comprimidas contra o corpo da vítima, dentro de roupas , toalhas de banho e na cama. São aranhas domiciliares que se alojam, de preferência, nos armários, roupas e sapatos velhos. Comprimidas ao corpo da vítima quando esta se veste ou calça o sapato, desferem seu ataque. As picadas atingem, com mais freqüência, os antebraços, braços e ombros, colo, nuca, rosto, tórax, ventre e, mais raramente, outras partes do corpo. O veneno tem ação proteolitica e hemolítica e, se manifestam tardiamente, em torno de 12 a 24 horas após o acidente. 

Quando tudo termina a fêmea freqüentemente come o macho. A fêmea põe 50 ovos. Os filhotes nascem envoltos numa membrana da qual saem sozinhos ou ajudados pela mãe, e imediatamente sobre em cima do dorso do abdômen da mesma onde permanecem até a primeira troca de pele. Os escorpiões vivem 3 ou 5 anos, variando conforme a espécie. São considerados perigosos os escorpiões pertencentes à família dos Buthidae pois, todos podem causar um envenenamento humano necessitando de tratamento médico. A peçonha de quase todos os escorpiões, embora suficientemente tóxica para matar muitos invertebrados, não é prejudicial ao homem. A picada acarreta, no máximo, uma dor semelhante à de picada de uma vespa ou marimbondo. Porem, algumas espécies possuem veneno suficientemente toxico para matar um homem. Existem algumas espécies do deserto do Saara que têm o veneno capaz de matar um cachorro em aproximadamente sete minutos e, um homem em sei ou sete horas.

NOME CIENTÍFICO:   EUSCORPIUS FLAVIAUDUS
NOME COMUM: ESCORPIÃO
OBS: O MAIS TEMIDO PELA POPULAÇÃO AQUI NO BRASIL, É O ESCORPIÃO AMARELO, A PICADA DO MESMO PODE SER FATAL

Foram descritas cerca de 1.400 espécies distribuídas em seis ou sete famílias, sendo a família Buthidae a mais importante, tanto em número de espécies como pelo fato de apresentar espécies causadoras de acidentes humanos. Os escorpiões são animais de terra firme, habitando as regiões quentes e temperadas da Terra, dando preferência aos ambientes mais árido onde ocorram uma grande diversidade de espécies. Os escorpiões vivem sob pedras, madeiras, troncos podres, alguns enterram-se no solo úmido da mata, outros na areia do deserto, outros ainda vivem em bromélias, que crescem no chão ou mesmo a grandes alturas nas árvores. Outros dão preferência às proximidades das residências humanas onde se escondem no entulho, em madeiras empilhadas; é frequente aparecerem junto às linhas de trem, escondendo-se sob lajes dos túmulos. São animais carnívoros e de hábitos noturnos, alimentando-se principalmente de insetos e de aranhas, podendo também ocorrer o canibalismo, principalmente em cativeiro. Podem jejuar por tempo prolongado, armazenando alimento nos divertículos do hepatopâncreas. Observações em cativeiro registram um jejum de até 23 meses. Localizam a sua presa com o auxílio de pêlos sensoriais, as tricobotrias, que estão situadas principalmente nos palpos e que são sensíveis ao menor movimento do ar. A visão é pouco desenvolvida. Antes do acasalamento, o macho e a fêmea se agarram pelas pinças, fazendo estranha dança.

Os sintomas são perda de peso, fraqueza, depressão e falta de apetite, devido a uma anemia que pode se tornar crônica. Se não tratados, mais de 30% dos gatos podem vir a óbito. Como se não bastassem as doenças acima citadas, o incômodo da presença das pulgas sobre a pele do animal pode ser agravado se este desenvolver alergia às picadas deste inseto. Tanto o cão quanto o gato são passíveis de manifestarem uma hipersensibilidade em que basta uma picada por semana para induzir a uma coceira insuportável, induzindo o animal a se ferir, muitas vezes gravemente, o que exige um tratamento urgente. Quando não tratada no início, a alergia torna-se crônica, levando a alterações irreversíveis da pele e da pelagem, além de poder alterar o estado emocional do animal, que permanece em constante estado de estresse devido à coceira incessante. O cão ou o gato, em alguns casos, passa a comer menos e torna-se deprimido ou agressivo, dependendo de sua personalidade. É também, muitas vezes, isolado do convívio familiar por causa das condições de sua pele, que pode apresentar descamação e infecções produtoras de odores desagradáveis. A PULGA E O HOMEM Como todos podemos ver, as pulgas também podem afetar o homem que apresenta reações alérgicas, e consiste em um aglomerado de urticária papulares localizada nas extremidades inferiores (pernas). Elas são transmissores do tifo, praga, tularemia e hospedeiro intermediário do DIPYLIDIUM CANINUM (semelhante a um grão de arroz), que acomete cães e gatos. Portanto, as pulgas não devem ser eliminadas e evitadas por toda a vida do animal apenas por ser um inseto, mas sim por interferir significativamente na saúde e bem-estar dos nossos fiéis companheiros. PROFILAXIA A maior parte do ciclo de vida da pulga ocorre fora do seu hospedeiro (os animais) e devido a isso, existe a necessidade de cuidar também das instalações e ambiente onde o animal vive, além dele mesmo. É muito importante que se saiba que todos os produtos são capazes de induzir a intoxicações caso não sejam utilizados de acordo com as recomendações do fabricante, ou seja, algumas substâncias não podem ser ingeridas, utilizadas nos animais (só no ambiente), em filhotes de até uma certa idade, em gatos, em fêmeas prenhes ou em lactação ou em animais que possuam algum problema de saúde específico. Ou seja, além de proteger a saúde dos animais e das pessoas (que convivem com estes e/ou vão manipular os produtos), seguir rigorosamente as instruções da embalagem permite obtermos o máximo do efeito anti-pulga. Se possível, este controle deve ser realizado continuamente, visto que não possuímos estações climáticas bem definidas, havendo períodos quentes até mesmo durante o inverno, que permitem a reprodução eficiente das pulgas. Devido à grande quantidade existente e ao constante surgimento de novos produtos anti-pulgas, recomenda-se consultar o médico-veterinário antes de adquiri-los a fim de se garantir o melhor resultado possível para cada caso, dependendo do grau de infestação, da espécie animal, da idade, do tipo de pelagem e do estado de saúde do nosso bichinho. O importante é não desprezarmos este pequeno inimigo, que, por viver há mais tempo que nós neste planeta, encontra-se muito bem adaptado ao nosso meio-ambiente, acompanhando-nos sempre que puder.

NOME CIENTÍFICO: CTENOCEPHALIDES FELIS FELIS
NOME COMUM: PULGAS

Todo mundo conhece a pulga. Ela vive com o homem em todos os lugares, sobretudo onde a higiene não é adequada. É um saltador impressionante. Pode saltar 75 vezes a sua própria altura e 25 vezes seu comprimento. Nem todas, porém, são amestradas. a maior parte vive nos mamíferos, nutrindo-se do seu sangue. Estas são perigosas. Quando passam de um hospedeiro para outro, podem levar germes de doenças graves. Aquelas que vivem nos ratos podem transmitir às pessoas a mortal peste bubônica. A pulga põe os ovos entre as tábuas do assoalho e outras frestas de casa. Em poucos dias saem as pequenas larvas brancas que se encasulam em lugarem úmidos e escuros para transformar-se primeiro em ninfa (forma intermediária entre a larva e o inseto adulto) e depois em pulga adulta. Então saem para procurar um hospedeiro. As pulgas são pequenos insetos marrons e sem asas. Elas dependem do hospedeiro, que neste caso são o cão e o gato, para se alimentarem e se protegerem, permanecendo toda a sua vida nestes e em outros animais contactantes. Além de provocarem incômodo pelas picadas, transmitem vermes, parasitas sangüíneos e podem induzir a processos alérgicos, diminuindo a qualidade de vida de nossos animais. Visto que são capazes de pular até 30 cm, não havendo portanto a necessidade de contato íntimo, o cão ou o gato podem adquiri-las passeando na rua ou no próprio quintal, prédio ou carro onde possam ter acesso outros animais. Daí a importância de oferecermos a eles mecanismos de combate e proteção contra as pulgas. Caso o animal já as possua, ou apenas se queira evitar, há um verdadeiro arsenal disponível, o que escolher? Para cada caso há uma solução mais adequada, dependendo do grau de infestação, do tipo dos ambientes em que vive e freqüenta, do número e condições dos animais com quem tem contato e se é alérgico ou não. Tais fatores vão orientar o esquema de erradicação das pulgas quanto aos medicamentos e período necessários para tal. Há mais de 2000 espécies em todo o mundo, porém, a Ctenocephalides felis felis é a espécie mais comum, prevalecendo em mais de 90% dos cães e gatos. A fêmea da pulga deposita seus ovos (brancos com 0,5 mm de comprimento) no animal e, como não se fixam, caem no ambiente onde apenas dependem da temperatura e da umidade para eclodirem em larvas, num período de até 10 dias. Estas aprofundam-se nos carpetes, cobertores e frestas de pisos, onde se alimentam de restos orgânicos e fezes de pulgas adultas. Em 5 a 11 dias formam um casulo onde ocorre a forma de pupa. A 27ºC e 80% de umidade ambiental, podem se transformar em pulgas adultas em apenas 5 dias. Porém, tal fato só ocorre se houver animais ou pessoas no ambiente; caso contrário as pulgas podem permanecer no casulo por até 140 dias. Normalmente o ciclo de vida se completa em 3 a 4 semanas e as pulgas vivem no animal por mais de 100 dias. A partir do quarto dia se alimentando do sangue do animal, cada fêmea produz , em média, 20 ovos por dia durante 21 dias. Se não interrompermos o ciclo, a infestação no animal torna-se extremamente incômoda e maléfica à sua saúde.

A pulga causa um prurido intenso devido as suas picadas. Existem animais que desenvolvem uma dermatite pruriginosa e pápulo-crostosa na região lombossacra, dorsal, coxal, caudo medial, abdomem ventral, flanco e pescoço com áreas de rarefação pilosa. Ainda se encontra nos pêlos, fezes das pulgas (pontos pretos que quando apertados observa-se uma coloração avermelhada). Quando ingeridas pelos cães e gatos no ato de se lamberem ou se mordiscarem, ou pelo homem acidentalmente, levam, para o intestino, a forma infectante do Dipylidium caninum, verme cestóide, semelhante à Tenia, "solitária" do homem. Constitui-se, portanto, numa zoonose e pode, nos animais, levar a emagrecimento, diarréia, perda de pêlos e até à morte se não tratada. O animal apresenta coceira na região anal, arrastando a região no chão, e ,às vezes, podem ser vistas as proglotes do verme, pequenos reservatórios de ovos, em volta do ânus ou nas fezes, semelhantes a grãos de arroz. Os gatos, por sua vez, são vítimas de um parasita sanguíneo, chamado Hemobartonella felis, transmitido naturalmente pela picada da pulga, causando a doença denominada de Hemobartolenose.

NOME CIENTÍFICO:         RATTUS R. RATTUS
NOME COMUM: RATO
RESPONSÁVEIS PELAS DOENÇAS; leptospirose, tifo murino, peste bubônica, salmonelose, triquinose.

Rato Caseiro preto (Cabeça+corpo menor que cauda).Mamífero roedor, da família dos murídeos (Rattus r. rattus), cosmopolita, de dorso preto-brilhante, ventre mais claro, com aproximadamente 19cm de cabeça e corpo, e 26 cm de cauda. Pesa, em média, de 100 a 300 g. Possui olhos grandes e proeminentes, orelhas grandes, pés sem membranas inter-digitais e com calosidades nos dedos. Seus excrementos são afilados nas extremidades e medem cerca de 0,8 a 1,3 cm de comprimento por 0,5 com de espessura. Pare três a quatro vezes por ano, de três a quatro filhos de cada vez. Freqüenta habitações humanas e prefere viver em lugares secos. 

ALGUMAS CURIOSIDADES SOBRE OS RATOS

Para compensar a má visão, o ratos possuem excelente olfato, audição e tato. Sua audição atinge uma freqüência superior a 20.000 Hz (ultra-som), inaudível aos ouvidos humanos e o tato é um ótimo sensor, localizado nos seus longos bigodes e em pêlos maiores que outros distribuídos em toda a extensão do corpo, que possibilita ao rato se orientar em lugares escuros. Além disso, os ratos são dotados de habilidades físicas extraordinárias, tais como: a). mergulham e nadam em céu aberto até 900 metros e também nadam submersos dentro de canos de esgoto, mesmo contra a correnteza e podem sustar a respiração pôr cerca de 3 a 4 minutos; b) conseguem subir pelo interior de canos e calhas verticais que tenham de 4 a 9 cm de diâmetro, usando o apoio de patas e costas, bem como, podem subir pelo exterior de canos com até 9cm de diâmetro abraçando-se neles; c) conseguem passar por qualquer abertura de cerca de 1,5 cm. d) apresentam os molares com a fórmula 3/3, o que lhes permitem roer diversos tipos de material considerado duro, tipo tijolo, madeira, folhas finas de alumínio, chumbo e até cimento na proporção 3:1; e) são excelentes equilibristas, podendo passar de um local a outro através de cordas, fios, cano; f). conseguem subir em um edifício pela quina de duas paredes; g) dão saltos verticais de até um metro de altura e saltos horizontais de até 1,3 metros; h) Conseguem se jogar ou cair de uma altura de aproximadamente 14 metros sem sofrer dano; i).podem cavar extensivos túneis horizontais e buracos de mais de 1 metro de profundidade; Sobre seus hábitos alimentares: Eles preferem alimentos frescos aos estragados e são onívoros, isto é, comem de tudo.

SINTOMAS:No ser humano, após à picada do mosquito infectado, os sintomas aparecem após 3 a 15 dias ( período de incubação), em média 6 dias. Mas o período de transmissibilidade começa um dia antes do aparecimento dos sintomas e vai até o sexto dia da doença e normalmente os sintomas duram de 2 a 7 dias, incluem a febre alta (39 à 40 º C) repentina, cefaléia, artralgia (dor nas articulações), dor abdominal, vômitos, erupção da pele, algumas hemorragias e perda de líquidos, todos esses caracteriza à forma clássica da doença. Porém, em alguns casos (surgimento de um sorotipo diferente em alguém que já teve dengue) ocorre uma evolução rápida para à forma hemorrágica do dengue, que além dos sintomas citados, há manifestações hemorrágicas graves, hepatomegalias e insuficiência circulatória; isso devido à alteração da coagulação sanguínea, plaquetopenia e coagulação intravascular disseminada de alta gravidade, causando insuficiência circulatória (choque) e morte. A manifestação do dengue hemorrágico esta vinculado a um mecanismo imunológico devido à sensibilidade prévia causada pela dengue clássica. Dessa maneira, os anticorpos tipo IgG, subneutralizantes para os outro soros tipos, formam imunoclomplexos com antígeno circulante, afetando profundamente à membrana plasmática dos leucócitos mononucleares e facilitando à migração de antígenos virais para alguns tecidos. A confirmação laboratorial sorológica de dengue é feita pela detecção da imunoglobulina IgM específica em amostra de soro a partir do sexto dia da doença.

NOME CIENTÍFICO:           AEDES AEGYPTI
NOME COMUM:          MOSQUITO DA DENGUE
A PICADA DESTE MOSQUITO PODE CAUSAR AS DOENÇAS; dengue, febre amarela, malária.

A dengue é uma doença infecciosa aguda, de natureza virótica, transmitida por um mosquito (vetor) da família dos culicídeos, sendo o principal vetor o Aedes aegypti, que vive nas regiões tropicais e subtropicais do planeta, entre as latitudes 45o N e 35o S ,inclusive é o mesmo vetor da febre amarela; também há uma outra espécie de mosquito da mesma família que é muito comum no Brasil, o Aedes albopictus, onde no continente asiático é um importante vetor do dengue, oficialmente não é considerado um vetor da doença nas Américas. O nosso vilão na verdade é um arbovírus, isto é, vírus transmitido por artrópodes e pertence à família dos flavirídeos, que incluem aproximadamente 70 espécies de vírus, sendo que cerca de 30 causam doenças ao homem, tais como o vírus da febre amarela, vírus da encefalite do oeste do Nilo, vírus da encefalite japonesa, rocio, entre outras. Esses arbovírus sempre é transmitido ao ser humano através de um vetor (mosquito) e por isso é de extrema importância o monitoramento das populações e dos aspectos ecológicos relacionados com os ciclos de vida dos mosquitos, pois a informação é uma grande arma na eficácia do controle dos vetores. Atualmente são conhecidos quatro sorotipos do vírus da dengue DEN 1, DEN 2, DEN 3 e DEN 4, mas este último ainda não foi detectada no Brasil, no entanto, já esta em quatro países na América do Sul que fazem fronteira conosco. COMPORTAMENTO REPRODUTIVO: O mosquito adulto Aedes aegypti costuma viver próximo ao seu criadouro, onde ocorre seu acasalamento e acredita-se que o mosquito pode voar até mil metros de distância do local de nascimento. Possuem hábitos diurnos e sugam seiva de vegetais, mas para manutenção dos ovos, a fêmea pratica hematofagia alimentar, ou seja, alimenta-se de sangue e podem por até 200 ovos por vez, após à postura dos mesmos há o desenvolvimento embrionário em até três dias em condições favoráveis, depois ocorre à eclosão dos ovos originando as formas larvais que passam por quatro estágios na água, desde que esteja imóvel e preferencialmente limpa, então , qualquer água armazenada (vasos, pneus,reservatórios, garrafas, latas,...) é um potencial criadouro dos mosquitos. Em condições favoráveis, o período larval e a pupa pode completar-se em 5 à 10 dias e torna-se uma forma apta ao vôo. O mosquito torna-se um vetor após ingerir sangue infectado, então, o arbovírus vai se localizar nas glândulas salivares do mosquito fêmea, onde se multiplica após 8 à 12 dias de incubação, ficando infectado pelo resto de sua vida (até 8 semanas).

NOME CIENTÍFICO:        COLUMBA LIVIA
NOME COMUM: POMBO
SÃO ELES OS CAUSADORES DE DOENÇAS; toxoplasmose, doenças respiratórias, peste e tifo.

As pombas domésticas (Columba livia) são originárias do continente Europeu, e foram introduzidos na América do Sul por volta do século XVII. Desde então se fazem presentes em grande número no ambiente urbano, graças à sua grande facilidade de adaptação e reprodução. Apesar de simbolizarem a Paz, as pombas são consideradas pragas urbanas devido a sua característica obnóxia, justamente pelo fato de serem hospedeiros de diversos organismos que causam prejuízos à nossa saúde. Além disso, as pombas causam danos materiais decorrentes da deposição de suas fezes nos mais diversos tipos de construções, em materiais industrializados, em depósitos de maquinarias.

Os pombos adaptaram prontamente a este tipo de ambiente por três razões básicas para sua sobrevivência: Oferta abundante de abrigo: a arquitetura urbana de edifícios, monumentos e obras de engenharia apresentam grande quantidade de frestas, beirais e saliências que simulam perfeitamente o habitat natural destas aves em desfiladeiros e penhascos. Ausência de predadores: a ausência ou o pequeno número de aves de rapina (os principais predadores dos pombos) em área urbana impede o controle natural destas populações possibilitando, ainda, uma maior sobrevivência de animais fracos e doentes que se tornam reservatórios e disseminadores de doenças. Grande quantidade de fontes de alimentação disponíveis: A grande disponibilidade de alimento, seja devido ao lixo e restos de alimento acumulados, seja pela alimentação fornecida pelo homem (através de grãos, farelos, entre outros) contribui para a alta reprodução e também para a manutenção de animais mais fracos e doentes que serial eliminados naturalmente, caso as fontes de alimentação fossem menores como no ambiente selvagem. Em quatro estudos já realizados em todo o mundo está comprovado que a disponibilidade de alimentação é fundamental para a dispersão da população. Dentre as doenças transmissíveis, existe a Toxoplasmose, que pode causar cegueira, aborto até a morte, além da Histoplasmose, Erisipela, Salmonelose, Candidíase e Aspergilose. Estas doenças são transmitidas ao homem principalmente por vias respiratórias, através da inalação das fezes secas depositadas em caixas armazenadas, no chão, em beirais, em máquinas, ou em qualquer outro local defecado. Outra forma de contaminação é através dos piolhos dos pombos. Principais doenças transmitidas pelos pombos: o CRIPTOCOCOSE inflamação no cérebro e meninges, ocasionada por fungos o HISTOPLASMOSE infecção pulmonar causada por fungos o ALERGIA desencadeada por penas que contém, piolhos, ácaros e pulgas o TOXOPLASMOSE infecção celular que ataca múltiplos órgãos, ocasionada por protozoários, que também é transmitida pelos gatos o ORNITOSE infecção pulmonar o SALMONELA infecção intestinal, ocasionada por bactérias ( alimentos contaminados ) o PSITACOSE causa dor de cabeça, febre alta, calafrios, ocasionadas por vírus o COCCIDIOSE, CANDIDÍASE, ENCEFALITE, PSEUDOTUBERCULOSE, TUBERCULOSE AVÍCOLA e mais 26 doenças registradas.

NOME CIENTÍFICO:          GLOSSINA PALPALIS
NOME COMUM: MOSCAS

Um sulco na frente da cabeça. Linhas brancas no abdome. Asas transparentes. O nome da mosca tsé-tsé vem de um dialeto banto da África equatorial. Essa região, banhada pelo rio Congo e seus afluentes, é o coração verde do continente africano. Ali, a umidade favorece o aparecimento de muitos insetos. Há três variedades de tsé-tsé, todas cor de âmbar e com a boca em forma de um tubo delgado. São sugadoras de sangue; transportam tripanossomos, que são parasitas unicelulares do sangue dos animais. Esses protozoários podem infectar vários animais.

Cavalos, zebras e jumentos são atacados por uma das espécies. Outra espécie causa no homem a doença do sono. A tsé-tsé não é a causa dessa doença; apenas a transporta. Na bacia do Congo, que é o seu habitat original, foram desenvolvidos vários tratamentos contra a doença do sono. A tsé-tsé, porém, espalhou-se desde o lado Chade e o Senegal, no oeste, até o lago Vitória, no leste. Como muitos insetos, essa mosca não põe ovos, mas sim as larvas, diferentemente no solo, onde se enterram. Poucas horas depois elas se tornam pupas (forma intermediária entre a larva e o inseto adulto) com duros casulos castanhos. Após seis semanas estão adultas, prontas para carregar os tripanossomos.

NOME COMUM: MORCEGOS
CAUSADOR DA DOENÇA; RAIVA

São um dos animais mais fascinantes no planeta, sendo os únicos mamíferos com real capacidade de vôo, mas infelizmente estão sendo injustamente perseguidos e maltratados como se fossem à imagem do mal, no entanto, são de importância fundamental para os ecossistemas florestais, devido seu hábitos alimentares são verdadeiros arcanjos nas matas realizando polinização de flores, dispersando sementes e até mesmo controlando à população de insetos. Os morcegos estão na terra muito antes do ser humano, há mais de 50 milhões de anos e diversas espécies estão ameaçadas de extinção porque à maioria das pessoas desconhecem que eles são essenciais para o equilíbrio biológico.

Os morcegos voam devido ao fato de sua mão ter se adaptado ao vôo pela presença da membrana alar, que consiste de uma fina pele elástica desprovida de pêlos entre os quatro dedos alongados da mão; apenas o polegar fica livre, sendo utilizado para se dependurar. Essa membrana elástica liga-se ao tornozelo é, em muitas espécies, também ligada à cauda(uropatágio) e por isso os morcegos são classificados como quirópteros, sendo subdivididos em dois grupos distintos: os macroquirópteros e os microquirópteros; os primeiros são morcegos frugívoros, isto é, alimentam-se de frutas, sendo encontrados no continente australiano e no velho mundo, todas as 170 espécies pertencem à uma única família na classificação biológica, não hibernam, são relativamente grandes, olhos grandes com boa visão e com um focinho expressivo e pontudo, entre eles , citamos o raposa-voadora(Pteropus giganteus), com quase dois metros de envergadura, é o maior morcego existente. Já os microquirópteros, são bem menores, incluindo todos os outros morcegos pelo mundo, com mais de 800 espécies distribuídas em 18 famílias, possuem focinho curto, muitas vezes com formações foliáceas no nariz(família dos filostomídeos), importante na ecolocação , com olhos pequenos e orelhas grandes, é neste grupo que pertencem todas as espécies existentes em território brasileiro; dentre quase 1000 espécies de morcegos no mundo, 138 só no Brasil, apenas 3 são hematófagas, ou seja, alimentam-se de sangue, são os chamados vampiros; dentre eles dois sugam sangue de aves(Diphylla ecaudata e Diaemus youngii) e apenas uma espécie (Desmodus rotundus) alimenta-se de sangue de mamíferos, mas a quantidade de sangue consumida é muito pequena , cerca de 20 mililitros, equivalente à três colheres de sopa, por isso, os ataque só são perigosos quando estão infectados com o vírus da raiva, tornando o morcego o transmissor da raiva no campo e uma triponossomíase equína. Esse vampiro, com o apoio do polegar, consegue andar de quatro e saltar, isso é útil pois muitas vezes esse morcego morde na altura dos pés da vítima evitando assim, ser pisoteado.O morcego vampiro, através da termorrecepção, consegue identificar o calor da circulação sanguínea embaixo da pele de sua vítimas, assim, sua mordida é praticamente cirúrgica, superficial e indolor, cortando à pele com seus dentes incisivos afiados, e nela injeta, com a saliva, uma substância anticoagulante(a desmoteplase), que faz a ferida sangrar continuamente e com sua língua suga o sangue. Pesquisas científicas com essa substância anticoagulante indicam o uso medicinal ao ser humano no tratamento de coágulos sanguíneos que se formam após ataque coronariano e até derrames. Ataques de morcegos vampiros em humanos são raros, contudo há relatos em locais remotos no interior, onde a natureza foi alterada de forma drástica, na ausência de gado e animais selvagens, os hematófagos atacam animais domésticos e até seres humanos, preferencialmente nos dedos dos pés da vítima. Exceto as formas vampiras, todas as demais são de grande importância ecológica, devido a seus hábitos alimentares como os já citados frugívoros(come frutas) com caninos grandes e incisivos pequenos como as espécies Artibus lituratus e Corollia perspecillata, comum no Brasil; temos os nectarívoros(alimentam-se de néctar) responsáveis pela à polinização de mais de 200 espécies de plantas, entre eles temos a espécie Anoura caudifer, ocorre em boa parte do Brasil e poliniza a flor do maracujá da restinga sugando seu néctar semelhante ao beija-flor; há os insetívoros, de extrema importância no controle de insetos, pois um único morcego insetívoro é capaz de ingerir mais de 3000 insetos numa só refeição; há os piscívoros, ou seja, se alimentam de peixes, como o Noctilio leporinus, com notável habilidade de pesca; há os carnívoros que se alimentam de pequenos vertebrados como o amazônico Vampyrum spectrum, que é a maior espécie de morcego no Brasil que atinge um metro com as asas abertas e também há espécies de morcegos carnívoros especializados de comer escorpiões, dos quais arrancam a cauda para só então engolir o corpo, certamente à população de escorpiões seria o dobro se não fosse a intervenção dos morcegos e também há os morcegos onívoros, se alimentam de frutos,néctar e insetos.Os morcegos possuem predadores naturais como o gambá, as serpentes e também os felinos(gatos). As fezes do morcego (guano) nas cavernas são utilizadas em certas partes do mundo como uma rica fonte de alimentos, mas essas fezes, quando acumuladas em grande quantidade em locais muito abafado e úmido,podem proliferar um fungo (histoplasma), na forma de um pó branco e tóxico, quando inalado, ocasiona uma doença respiratória muito grave, a histaplasmose, que se não tratada leva à morte. Uma particularidade marcante nos morcegos é a ecolocalização, um tipo de sonar biológico muito sofisticado, que envolve a emissão de gritos (sons) agudos ultra-sônicos, acima do alcance da audição humana e à medição desses ecos que tocam nos objetos no caminho.Desse modo, os morcegos voam e localizam sua presa e desviam de obstáculos na escuridão total e muitas espécies, inclusive os morcegos ferradura e com estruturas foliáceas no nariz, possuem dobras complexas complexas na pele do nariz utilizadas para projetar e focalizar os sons na ecolocalização; nas espécies que possuem olhos bem desenvolvidos nos macroquirópteros e são diurnos não ocorre à ecolocalização.

NOME CIENTÍFICO:  IRIDOMYRMEX SP
NOME COMUM: FORMIGAS
A PICADA DESTE INSETO QUE PARECE INOFENSIVO PODE CAUSAR; choque anafilático transportam vírus,  bactérias e fungos.

Apesar de serem conhecidas aproximadamente 20 mil espécies, só no Brasil são duas mil descritas, apenas cerca de 35 espécies podem ser consideradas pragas nas cidades.

A imensa maioria das formigas são extremamente úteis à natureza pois contribuem para à fertilidade do solo, no controle natural de pragas e até de polinização de flores ao se alimentarem de substâncias vegetais( seiva, néctar, sucos) e de líquidos açucarados secretados por alguns insetos; há também as formigas carnívoras, como as lava-pés (Solenopsis sp) pois costumam se alimentar de outros insetos limpando à área, mas nas regiões urbanas , invadem gramados, picando as pessoas ocasionando alguns casos de reações alérgicas severas. Em termos de saúde pública, certas formigas como a formiga fantasma (Tapinoma melanocephalum) e a formiga do faraó(Monomorium pharaonis), entre outras, invadem complexos hospitalares, tornando-se vetores de bactérias patogênicas ocasionando infecções hospitalares; elas também invadem residências à procura de substâncias adocicadas onde, eventualmente, podem ocasionar alguns incômodos, como à última citada que costuma invadir a fiação elétrica, cabos telefônicos e até CPU de computadores , mas nada comparável com aquilo que causam dentro de um hospital. As formigas, assim como os cupins, são insetos sociais, onde seu ninho consiste de um sistema de cavidades ou passagens interligadas, que se comunicam com o meio externo. Num formigueiro podemos encontrar 3 formas distintas: as rainhas, são as maiores, aladas e vivem muitos anos controlando à colônia; os machos, são alado e vida muito curta, pois morrem após o acasalamento; as operárias, que realmente realiza todo o trabalho pesado para sustentar o formigueiro. Certamente uma das colônias que mais impressionam pela sua complexidade e tamanho é o das saúvas ( gênero Atta), que cultivam seu próprio alimento (um fungo) e causam sérios danos à agricultura, aos canaviais, ao reflorestamento de Pinus e até infestam muitas cidades do interior da região sudeste; elas são um verdadeiro perigo para à agricultura porque necessitam cortar várias folhas para o cultivo do tal fungo no interior da colônia. As saúvas copulam durante o vôo nupcial numa revoada que ocorrem em dias quentes, claros e úmidos de outubro à dezembro, onde cerca de aproximadamente 3.000 iças (fêmeas) e 20.000 bitus (machos) participam, apenas menos de 0,1% tem sucesso em formar casais para fundar uma nova colônia. A colônia das saúvas é constituída de uma rainha (içá), fértil, alada e com abdome bem expressivo; de machos férteis (bitus) alados e menores que as içás, com à função de fecundar a mesma e as operárias inféteis, sem capacidade de vôo (ápteros), onde são subdivididas em: jardineira, de menor tamanho, prepara as folhas coletadas triturando-as para o cultivo de um fungo em câmaras (panelas) especiais; temos as cortadeiras, de tamanho médio, responsáveis pelo corte e transporte das folhas para o interior da colônia e os soldados, de maior tamanho com a cabeça e mandíbula bem desenvolvida e sua função é defender à colônia, que é extremamente extensa, podendo possuir até vários quilômetros subterrâneos, mas se a rainha morrer, a mesma não será substituída ocasionando, então, o desaparecimento da colônia.

NOME CIENTÍFICO: CRYPTOTERMES BREVIS, COPTOTERMES HAVILANDI
NOME COMUM: CUPIM
APESAR DE NÃO TRANSMITIR NENHUMA DOENÇA É UM GRANDE DESTRUIDOR DE PATRIMÓNIO.

Quinze metros de circunferência e quase 8 metros de altura: este pode ser o tamanho de um ninho de cupim africano, com todas as suas torres e picos. Por dentro ele é confortável, com ventilação temperatura e umidade cuidadosamente controladas. Nem todos os cupins moram em casas tão espetaculares. Alguns fazem ninhos nos galhos das árvores. Outros cavam túneis nos troncos das árvores e debaixo da terra. A maioria das espécies vive nos trópicos, mas há algumas delas nas áreas temperadas da Europa e dos Estados Unidos. Todos os cupins comem madeira, digerindo a celulose ás custas de um flagelado que vive em simbiose no seu aparelho digestivo. Eles estão entre os piores inimigos das construções de madeira. Os cupins vive em colônias que podem conter milhares de indivíduos. A população se desenvolve a partir de um ou dois casais sexuados. As larvas tornam-se soldados (que protegem o ninho) ou então operários (que constroem o ninho e alimentam a comunidade). O casal procriador perde suas asas após o acasalamento. Depois a rainha passa o tempo todo pondo ovos. Seu abdome pode ficar até 30 vezes maior. O trabalho do pequenino macho é fecundar a rainha de tempos em tempos. Características: Comprimento: 0,2 a 2 cm Comprimento da rainha: até 15 cm. Operários e soldados sem asas e assexuados.

NOME CIENTIFICO:                MARUIM

NOME COMUM: PÓLVORA

QUANDO ENTRAM EM CONTATO COM NOSSA PELE, CAUSAM COCEIRA E MUITO INCOMODO PELO CORPO.

Mosquitos Maruim, medem entre 1 a 2 mm, seu habitat natural é nas plantas e matéria orgânicas tipo: folhas de bananeiras, frutas estragadas, locais úmidos, etc.